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Comunidades e entidades se juntam para exercer a cidadania
A partir da idéia de estabelecer debates com os futuros candidatos a prefeito e vereadores da Cidade de São Paulo nas próximas eleições de outubro, um grupo significativo de entidades constituiu no início de fevereiro deste ano o Grupo de Estudos Águia de Haia fazendo alusão ao eixo que compreendia a maior parte das entidades participantes na Cidade A E Carvalho que é considerado um quase Triângulo das Bermudas, pois faz parte de quatro subprefeituras simultaneamente: Penha, Itaquera, Ermelino Matarazzo e São Miguel. Triângulo das Bermudas é uma denominação que satiriza a situação das comunidades ali inseridas. Por se relacionarem com diversas subprefeituras ao mesmo tempo o jogo de empurra e as dificuldades para fazer fluir as informações e demandas é sempre quadruplicada, digamos assim.
A reunião de fundação nas dependências do SESI CAT Mário Amato, também conhecido como Sesi A E Carvalho, aglutinou representantes de diversas entidades que constituíram o grupo com caráter supra-partidário, mas que, futuramente convidaria para conversas os candidatos com algum vínculo com o conjunto da região. O grupo também seria subsidiado por palestras temáticas que estão em curso nas dependências de uma escola municipal participante. Também criou um grupo de estudos estratégicos para fazer levantamento sobre os projetos já existentes no Plano Diretor Municipal para toda essa região.
Como desdobramentos práticos das palestras temáticas estão sendo criados comissões e grupos de estudos que aprofundarão alguns dos temas estudados preparando relatórios que servirão, simultaneamente, como trabalho de conclusão de um curso em andamento e de parâmetros na discussão com os eventuais candidatos.
Assuntos como democracia, direitos humanos, desenvolvimento sustentado, revisão dos planos diretores regionais, educação, saúde, transporte, habitação, sistema viário, urbanismo, cidadania e outros assuntos mais estão sendo discutidos dentro de uma programação que vai praticamente durante todo esse primeiro semestre e que se inter-relacionarão com outros importantes movimentos que atuam no município como, por exemplo, o Movimento Nossa São Paulo.
Nos três primeiros encontros do curso montado em comum acordo entre a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP Leste, Instituto de Pesquisa e Estudos de Governo, o Grupo de Educação do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste e o próprio Grupo de Estudos Estratégicos Águia de Haia e que dará certificados aos participantes assíduos já foram abordados: conceitos de cidadania; história da urbanização de São Paulo e da Zona Leste; a operação urbana Rio Verde-Jacú e Propostas para o Desenvolvimento Econômico nos Planos Regionais Estratégicos de Itaquera, São Miguel, Penha, São Mateus e Ermelino Matarazzo. No último dia 26, os Direitos Humanos Individuais e Sócio-Econômicos; os projetos para o Desenvolvimento Sustentável na Zona Leste e uma conversa com o presidente do movimento Nossa São Paulo, Oded Grajew foi o cardápio.
Oded Grajew deu mais entusiasmo as lideranças ali mobilizadas quando expôs a emenda número 30 à Lei Orgânica do Município de São Paulo, aprovada em 19/02/08, que determina a obrigatoriedade do próximo prefeito eleito a apresentar nos primeiros noventa dias do seu governo o plano de metas detalhados para cada distrito da cidade e submete-lo em plenárias públicas. Trata-se, visivelmente de um enorme avanço no sentido de comprometer o pretendente ao cargo de prefeito a assumir compromissos que se não forem cumpridos podem ensejat até processos de impeachment. Grajew acha que nos contados das comunidades com os candidatos a vereador e prefeito eles devem ser cobrados a expor suas metas para a cidade e para as regiões. “Fora disso é se comportar como um tolo diante dos candidatos”. Por parte das lideranças, cerca de 100 no encontro do dia 26, a proposta foi unanimidade.
Cinco novos outros encontros estão previstos e que poderão disponibilizar poderosos subsídios para as entidades participantes que da sua parte devem atuar conjuntamente na defesa dos interesses e do desenvolvimento sustentado da Zona Leste. Os projetos de educação, a saúde na região, a democracia participativa e direta nas organizações da sociedade civil e do Estado e as propostas de habitação e os projetos e de interesse sociais na região leste serão objetos de estudos e aprofundamentos.
Quanto à representatividade do grupo a sua configuração testemunha positivamente. Entre outras quase uma centena de entidades, movimentos e cidadãos exercendo suas cidadanias estão entidades como o Sesi, associações de comerciantes de algumas regiões, Conselho de Segurança de A E Carvalho, OAB – Itaquera, Sociedade Amigos da C A E Carvalho, Instituto Educar para a Paz; Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste, Simpeem – Sindicato dos Professores em Educação em Ensino nas Escolas Municipais de São Paulo; diversas associações de moradores, ong´s, Rotary Guaianases, Escolas particulares e públicas, Faculdade de Tecnologia – Fatec; Ciesp-Leste; Associação Movimenta Itaquera; Movimento Popular para o Desenvolvimento da Zona Leste; igrejas evangélicas; conselhos de saúde e dezenas de outras que constroem uma composição heterodoxa e supra-partidária.
lançamento de revista Ética & Arte
Segue convite para o Lançamento da Revista Ética e Arte que ocorrerá neste dia 26 de abril (sábado), às 14:30, no SESC Itaquera. Nesta atividade, entre outras coisas, teremos a satisfação de contar com a presença do escritor Fernando bonassi (roteirista de filmes como Carandiru, Cazuza, Castelo Ra tim bum) que falará de sua experiência como escritor e roteirista de cinema. Aguardamos sua presença. Prof. Valter de Almeida Costa e J. de Mendonça Neto
Educar para a paz vai promover a noite do rock
Educação social transformadora é tema de palestra no CEU São Mateus
Jogo na web arrecada arroz para alimentar milhares
Feijoada arrecada recursos para o Instituto Educar para a Paz
A reunião dia 15/09 no espaço do Beco Restaurante de dezenas de lideranças populares da zona Leste emprestaram ao delegado titular do 54º DP da Cidade Tiradentes, Marco Antonio Cicone o reconhecimento público pela sua perseverante atuação no trabalho sócio educativo junto a crianças e adolescentes da Cidade A E Carvalho através da entidade Instituto Educar Para a Paz.
Cerca de 300 pessoas participaram pagando R$ 15,00 para saborear deliciosa e farta feijoada feita e servida pelas mãos das donas do estabelecimento dona Graça Menezes Diniz, Nena, que contou com o auxílio de membros do instituto em toda a infra-estrutura; desde a portaria onde recolhiam ou vendiam novos convites até a atenção constante ao serviço de self service e o recolhimento de pratos usados e garrafas vazias deixada sobre as mesas pelos participantes.
Diversas autoridades compareceram entre eles o presidente do Rotary e do CDL São Mateus, o médico Carlos Roberto Soler, o comandante da PM Mauro Rodrigues, esposa e amigos, o vereador Beto Custódio (PT/SP) e dezenas de dirigentes de secretarias de Ensino, diretores e professores de escolas públicas, além de representantes da imprensa local, entretanto, como frisou o delegado Cicone “temos que agradecer as autoridades presentes, mas também a vocês todos”, referindo-se a todos os presentes, “que também são autoridades e pessoas conscientes do que esse almoço significa: ou seja, um instante de descontração, mas de apoio aos trabalhos comunitários que são desenvolvidos pela entidade”, registrou.
O evento que transcorreu de forma agradável por mais de quatro horas, foi animado por um grupo de samba que tocou durante horas para o deleite da maioria dos presentes que, no começo, escutaram a música especialmente composta e gravada para o Instituto Educar para a Paz. Dada a presença significativa de lideranças populares e empresariais de São Mateus também foi apresentada aos presentes à música de compositores de São Rafael no distrito de São Mateus Se esse Bairro Fosse Meu que fazia alusão ao trabalho desenvolvido pelo delegado Cicone quando titular do 55º DP que envolveu a comunidade e diversas entidades em ações de recuperação ambiental no bairro. Conforme já reportado em nossas edições o projeto foi responsável pelo plantio de mais de 3000 árvores.
Segundo o delegado Cicone, durante o evento ainda faltou muita gente que havia sido convidada e que não puderam comparecer por conta de compromissos assumidos anteriormente. Para o Cicone a renda líquida apurada após as despesas será revertida aos trabalhos e para sanar as diversas obrigações já assumidas pelo Instituto Educar para a Paz. Em função do evidente sucesso do evento, o delegado já pensa em outra atividade similar porque compreende que essas ocasiões são excelentes oportunidades de divulgar e agregar mais voluntários para os trabalhos comunitários que podem se expandir. “A receita é importante e necessária para a sobrevivência do projete que tem despesas, entretanto a divulgação e a possibilidade de aumentar a presença de cidadãos comprometidos com os trabalhos comunitários é o que mais importa”, explica.
Legendas:
Feijoada_0 – Delegado Cicone, uma apoiadora do instituto e Edi Brito, diretora de escola e também apoiadora do Instituto.
Feijoada_3 – Capitão Mauro Rodrigues.
feijoada_4 _ Crianças se servem da deliciosa feijoada.
feijoada_7 – Vista parcial dos presentes.
feijoada_27 – uma das proprietárias do Beco Restaurante, Graça Menezes Diniz, Nena.
Feijoada_30 – Ana Lamberga Zeglio, da coordenadoria de ensino, o vereador Beto Custódio (PT/SP) e a diretora de escola Edi Brito.
Feijoada_31 – O delegado Cicone e o presidente do Rotary Club e CDL de São Mateus, Carlos Roberto Soler.
Feijoada_8 – Madalena dos Reis Mello, voluntária do Educar Para a Paz, aceitando a provocação do delegado Cicone, trajou-se à caráter e puxou sambas da velha guarda durante a feijoada.
Grupos de Trabalho do FDZL trocam experiências
Instituto propõe criação de escola para trabalhadores da construção civil
O Instituto Santa Suzana com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Estado de São Paulo, realizaram no domingo, dia 18, no bairro Cidade Boa Vista, da cidade de Suzano, um evento buscando reunir a comunidade organizada em torno do instituto, trabalhadores da construção civil, sindicalistas e lideranças em geral.
O mau tempo durante a manhã afastou parte dos 500 convidados. Segundo o assessor sindical Francisco Aparecido Coelho, que também atua na comunidade, os organizadores estavam preparados com churrasco à vontade, música ao vivo e amplo espaço para as pessoas se divertirem.
Pela hora do almoço já eram mais de 200 as pessoas presentes. Antes, a comunidade pode participar de uma missa celebrada pelo padre Dimas de Paula Inácio que também colocou a disposição dos interessados um livro de sua autoria que trata da vida do Frei Galvão, o mesmo que está às vésperas de ser canonizado santo na visita do papa Bento XVI ao Brasil. A renda com a venda dos exemplares é utilizado nas ações da entidade.
Durante a missa celebrada num salão local totalmente tomada pelos fiéis foi apresentada a planta baixa da futura escola para os trabalhadores da construção civil que está sendo proposta para o local. Durante a missa, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de São Paulo e também vice-presidente nacional da Força Sindical, Antônio de Souza Ramalho, demonstrou entusiasmo com a idéia do padre Dimas.
O presidente do sindicato fez melhor. Em entrevista, Antonio de Souza Ramalho disse que a escola vai poder contar com a experiência acumulada do sindicato no aspecto educacional. “Podemos transferir todo o know-how para a escola que o padre Dimas pretende construir. Temos trabalhado a questão da requalificação profissional e mantido um grade curricular bastante apropriada a atual realidade da construção civil”, enfatizou.
Aparentemente, a colaboração do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo junto ao Instituto Santa Suzana parece apontar para a ampliação. É possível, inclusive, que a própria construção da unidade seja viabilizada parcial ou completamente pela articulação do sindicato. Uma saída que agrada muito ao padre Dimas que conhece bem as dificuldades de viabilizar projetos desta natureza junto às várias esferas de governo.
A importância da proposta do Instituto Santa Suzana de Promoção Humana, Educação e Cultura e sua aproximação com a categoria da construção civil são reconhecidas pelo assessor sindical Coelho que acredita no crescimento da sindicalização a partir das ações que já estão sendo desenvolvidas.
Principal representante do sindicato durante o evento, Coelho foi responsável pelo bom andamento do evento que entre outras lideranças locais recebeu Margarida de Souza, da Associação Caminho de Luz que compareceu com o marido vindo diretamente de uma viagem.Também estava entre os presentes a irmã Célia Bastiana Cadorin, a responsável oficial do Vaticano por todo o processo de santificação da Madre Paulina e atualmente do Frei Galvão.
Entidade ocupa CDM sem estrutura para atender crianças e adolescentes
O programa caracteriza-se pelo acesso a diversas atividades e modalidades esportivas (individuais e coletivas) e ações complementares, desenvolvidas em espaços físicos da escola ou em espaços comunitários, tendo como enfoque principal o esporte educacional.
Sem apoio, posto de reciclagem pode fechar
A Cooperativa Chico Mendes que foi fundada em 1999 e tem entre seus objetivos gerar renda para os catadores associados, contribuir com a reciclagem para a preservação do meio ambiente e ajudar na conscientização da comunidade corre o risco de encerrar suas atividades, informa a presidente Dulce Alves de Andrade.
Segundo a presidente foi por causa do estímulo da Igreja Católica que incentivava suas comunidades a olhar para os seus catadores que a cooperativa foi fundada no Pro Morar Rio Claro do Parque São Rafael. A cooperativa deveria estar funcionando com a contribuição de representantes das cinco paróquias que tomaram a decisão conjunta de montá-la, são elas: a Cristo Ressuscitado e Paróquia São Marcos e suas respectivas comunidades; paróquia Santo André Apóstolo e suas respectivas comunidades; paróquia Imaculado Coração de Maria e suas respectivas comunidades e Santa Adélia e suas comunidades. Ocorre que demorou tanto para que as coisas andassem que as pessoas foram cansando, foram saindo e perderam esperança. Como Dulce ainda tem responsabilidade maior como presidente ela vai tocando com muita dificuldade.
E são dificuldades de toda parte. Do poder público que mesmo diante da gravidade da situação ambiental não assume para si a responsabilidade com a conscientização intensa e permanente dos moradores para a urgência de se praticar com seriedade a reciclagem. Da população e dos moradores que ainda não assumem como suas a obrigação de separar o que é lixo e o que pode ser reciclado. E também dos líderes comunitários, dos políticos, de intelectuais que sempre discursam e aprovam esse tipo de trabalho desde que outro o faça.
Com tanta falta de apoio e coberta de razão Dulce Alves de Andrade tem sinalizado que também ela pode desistir o que poderia complicar ainda mais as 22 famílias que hoje dependem do funcionamento da cooperativa. “Estamos numa situação humilhante sem apoio do poder público e sem a ação da sociedade que precisa fazer mais do que compreender e achar bom o que fazemos”, inicia uma série de desabafos.
“Os problemas são vários. Aqui mesmo o material que chega recolhido pelo caminhão da coleta seletiva vem todo contaminado misturando material reciclado com lixo orgânico. Nós ficamos aqui numa situação deprimente tendo que separar aqui colocando a mão em tudo que é lixo. Já tiramos daqui até cachorro morto”, indigna-se. O caminhão da coleta seletiva é para recolher o material reciclável e se tem vindo lixo junto os coletores estão sendo negligentes. É obrigação da prefeitura que contratou este serviço fiscalizar a qualidade do serviço e o seu cumprimento. Quanto à população enquanto não houver uma campanha de conscientização e educação é previsível que não se poderá contar com todos.
E a presidente não está pedindo mais do que é possível se feito e dá como exemplo cidades do Estado de São Paulo onde a reciclagem a partir das casas já funciona. “Santo André, aqui próximo e Americana que conheço são assim. Os moradores colaboram, porque São Paulo não pode ser igual”, pergunta-se.
Segundo Dulce a prefeitura tem que assumir as ações educativas de efetiva o que reverterá em médio prazo em economia para o próprio município. Dulce lembra que os custos com a manutenção e o pagamento de espaços nos aterros poderiam ter uma diminuição sensível caso a mentalidade da reciclagem estivesse presente em todos. Para Dulce essa ação não é tão difícil assim, bastam vontade e empenho da administração.
Como exemplo de resultado da conscientização Dulce lembra que nas escolas onde tem feito palestra, as coisas têm mudado. “Fizemos uma palestra na EMEI Professora Antonia com os pais e alunos. A diretora acreditou no nosso trabalho veio nos visitar e viu a necessidade de manter a reciclagem com os alunos da escola. A partir daí tivemos que passar dia sim, dia não na escola para retirar o material que foi separado pelas famílias dos alunos, como fruto da conscientização”, exemplifica.
“Esse trabalho tem que ser feito em todas as escolas. Estou disposta a conversar com a Secretaria da Educação sobre isso e ver o que podemos fazer juntos. O que não dá é a Cooperativa Chico Mendes que já tem suas tarefas fazer também esse trabalho de forma gratuita se desdobrando pela conscientização que deveria ser responsabilidade do poder público. Não é justo”, declara Dulce.
A importância da reciclagem
A cooperativa dirigida pela Dulce, à exemplo de outras espalhadas pela cidade, ainda não ganhou toda a atenção que deveria do poder público que deve assumir para si a responsabilidade de fomentar, incentivar e viabilizar a existência de todas delas. Também não conseguiu a atenção dos moradores que ainda não se conscientizaram de que o planeta já apresenta escassez de matérias primas fundamentais a vida e que poderiam além de consumir parcimoniosamente, poupar os recursos naturais e contribuir decisivamente com a reciclagem.
No bordão “Pensar no planeta, agir no local” cabe a ação de todos, das pequenas contribuições até as grandes invenções que podem poupar recursos. Entre as mais simples de ser implementada está à ação desenvolvida pela Cooperativa Chico Mendes. Ela reúne num espaço de mais de 300m2, trabalhadores interessados em aproveitar aquilo que você não aproveita mais, portanto, poupando novas matérias primas e fazendo alguma renda.
A cooperativa que realiza também esse trabalho de inclusão social oferecendo um pouco de dignidade àqueles que por motivos distintos estão na parte mais baixa da pirâmide social, deveria ser apoiada em todos os sentidos tamanho. Tendo em vista os bons serviços que pode prestar conforme já foi exposto aqui.
Da redação fica nossa torcida para que a sociedade local faça sua parte e para que o poder público acorde para suas obrigações e veja nas cooperativas um parceiro estratégico que pode contribuir e muito com a qualidade de vida onde atua.
(Publicado no Gazeta de São Mateus ed-237 fevereiro/2007)