Paginaleste's Blog

Espaço de observação comprometido com a cidadania.

Archive for the ‘Educação’ Category

LacrE 89

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2a quinzena de maio de 2025 – Divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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1 de junho de 2025 at 19:28

LacrE 88

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Primeira quinzena de maio de 2025 – divulgação de literatura, artes e cultural em geral.

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12 de maio de 2025 at 19:11

LacrE 87

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1a quinzena de abril de 2025 – divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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18 de abril de 2025 at 21:22

LacrE 86

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Edição da 2a quinzena de março de 2025 – Divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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29 de março de 2025 at 13:38

LacrE 85

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Edição da 2a quinzena de fev/2025 – Divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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27 de fevereiro de 2025 at 18:17

LacrE 84

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Edição da 1a quinz. fevereiro de 2025 – divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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15 de fevereiro de 2025 at 20:39

LacrE 83

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Edição “após miniférias” da 2a quinzena de janeiro de 2025.

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30 de janeiro de 2025 at 14:52

LacrE 82

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Edição da 1a quinzena de Janeiro de 2025. – Divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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16 de janeiro de 2025 at 12:48

Sem educação, parir filhos vira negócio

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Um dia desses conversei com um amigo colaborador do jornal e não precisou muito para chegar à conclusão de que um dos mais sérios problemas que o Brasil enfrenta e enfrentará no futuro próximo não está na economia, na existência ou não de recursos, na falta de criatividade, nem nas diversas formas possíveis do país continuar existindo e oferecendo condições minimamente dignas de vida aos seus moradores. Está dentro de cada lar. É a tal da falta de educação básica, de berço, familiar.

E não há nada de moralismo tacanho subsidiando essa conclusão. Não estou preocupada e apreensiva com os modernismos que atual sociedade da tecnologia proporciona. Destas, as pessoas estruturadas podem tirar melhor proveito para, de novo, viver melhor ou mais dignamente.

O que me chamou a atenção é o excesso de licenciosidade com que as crianças de hoje, de ontem ou de anteontem estão sendo criadas. De uns trinta anos para cá é visível o mau uso que tem sido feito com a existência de mais informação e mais liberdade. Da liberdade de conhecer o que antes era censurado; da liberdade relativa de conhecer o que se quer e o que se procura. Ou seja, há tanta coisa interessante para se conhecer e se fazer, mas a falta de educação empurra gerações inteiras para caminhos duvidosos.

Dois fatos e duas situações revelam o que preferíamos não ver.

Em uma delas, em apenas uma rua podemos contar cerca de 30 jovens em idades diferentes entre si que poderíamos dividir entre os que têm acima de 20; os que têm de 15 a 20 e os menores que vão dos 10 aos 15 anos. Pois bem, nesse caso em tela, no passar dos últimos dez anos, apenas três desses 25 jovens, na faixa dos 20 anos, estão minimamente preparados para conviver adequadamente na sociedade de agora e do futuro.

Explico. Com exceção desses três, dos quais dois são irmãos em família com melhor condição econômica e outra que está graduando em universidade federal com pais que tem empregos regulares, todos os outros tem um presente e um futuro, no mínimo temerário.

Todos os outros 25, menos de cinco trabalham e os que sobram estão na criminalidade como os mais velhos. Na faixa intermediária dos 15 a 20 anos, todos estão nas escolas, mas com certeza cumprindo tabela e prestes a abandonar os estudos tão logo concluam o ciclo básico e os menores, também nas escolas, passam a maior parte do tempo feito bichos soltos e complemente abandonados de fiscalização dos pais que mal tem ideia do que rola nas ruas. Algumas entre essas crianças são capazes de coisas impossíveis de se descrever. Qual será o fruto disso tudo?

Outra situação que nos chamou a atenção na conversa diz respeito a uma prática ainda mais grave e perniciosa e que ao final alimentará essa roda viva da situação acima.

Cresce o número de adolescentes muito jovens que vem parindo filhos sem que estejam em relacionamentos estáveis. Pessoalmente conheço vários casos de meninas que buscam na Justiça pequenas pensões para o suposto sustento de seu primeiro filho; menos de um ano e meio depois a mesma menina entra na justiça para obter a segunda pensão de outro pai e menos de seis anos depois chegou ao quarta pensão para os quatro filhos, cada um de um pai diferente.

Acontece que em seis anos ela poderia ter se formado em alguma coisa ou poderia estar trabalhando, mas não, está lá na mesma ignorância de antes reproduzindo tudo que sabe _o que é muito pouco ou talvez nem isso para a sua prole. E ainda no mesmo caso citado ela nem se dá ao trabalho de cria-los sozinha ela conta com uma forte entidade que recebe recursos via convênio para cuidar em forma de creche dos seus filhos, ou fonte de receita.

Tanto num caso como em outro é possível perceber que as coisas poderiam ser diferentes e só se reproduzem constantemente não por falta de escolas onde se adquire conhecimento, mas por falta de berço, daquilo que chamamos aqui até de bons modos. Se num tempo muito remoto respondíamos aos nossos pais com educação e respeito, hoje nas famílias desestruturadas essa cerimônia acabou. Se antes, entre os que tinham religião até bênçãos pedíamos aos pais, hoje chamar de você e trocar palavrões virou maneira de se conviver.

O que hoje se vê é também resultado do que se assiste em muitos programas de televisão, com destaque para as novelas cujo poder de dominar corações e mentes de gente despreparada.

E a pergunta do leitor pode ser: o que essas duas situações tem a ver ou tem importância? E é aqui que respondo: essa situação é muito mais comum e corriqueira do que possamos imaginar. Não são apenas 25 jovens em uma determinada rua; são milhares de ruas na mesma situação. E nem é apenas aquela moça que faz do parto de novos filhos um meio de subsistência; são milhares.

Dai a pergunta é minha: vai sair algum futuro bom e promissor desse atual estado de coisas? Não, não vai e passou da hora dessa educação familiar ser preocupação da sociedade organizada e do Estado, por exemplo, vigiando o que é feito com as suas concessões de TV para as emissoras?

Lembro aqui do alerta que ouvi no contexto de uma reportagem que fiz onde o interlocutor me dizia que existem sérios estudos indicando que se o Estado e toda a sociedade se envolver firmemente no propósito de ser um país civilizado, mesmo assim a tarefa deverá levar uns 36 anos. (LM)

Written by Página Leste

21 de julho de 2014 at 13:47

Publicado em Comportamento, Educação

Antiga árvore da Rua Irara tenta novo endereço

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Após inúmeras tentativas, a árvore foi removida, mas apresenta sinais de que não poderá ser reaproveitada

2000-02-10 02.04.02 2000-02-10 02.06.46

 

Após os esforços de remoção para replantio, são poucas as chances dela ser reaproveitada

Após os esforços de remoção para replantio, são poucas as chances dela ser reaproveitada

 

Uma árvore, que segundo moradores de mais de 20 anos já estava no local quando chegaram a Rua Irara, estava sendo removida da calçada na altura do número 400, no dia 15/07 por causa da finalização das obras que estão sendo feitas no local por um colégio particular que, aparentemente construiu ali mais um enorme espaço coberto com aproximadamente 170 m2, dando indícios de que ali funcionará uma quadra.

E não seria a primeira. O colégio em expansão já entra no segundo ou terceiro ano consecutivo de obras na rua de trás, Japurá e reformas quase continuas. O fato é que os moradores e vizinhos desconhecem se foram confeccionadas as exigências mínimas para construção como os tais estudos e relatórios de impacto sonoro, ambiental, de vizinhança, etc. Por outro lado existem poucas chances da construção estar irregular, mesmo porque, a categoria em que a localidade está inserida na Lei de Zoneamento e ocupação do solo, deve permitir a atividade e a construção.

Voltando a árvore que durante o fechamento dessa reportagem enfrentava bravamente o esforço de uma grande equipe da subprefeitura de Itaquera teimando em apresentar suas raízes exuberantes e vigorosas já vem sofrendo alguns anos. Seja com o descaso dos antigos moradores, seja pela ausência de zelo do serviço público durante longo período e, também, por todo esse período de mais de seis meses de construção da quadra entre demolição da antiga construção, terraplenagem e levantamento de longos e altos muros da unidade.

Durante todo esse tempo, a árvore como moradora das mais antigas da rua, resistiu bravamente. Segundo Luiz Felipe, funcionário da subprefeitura alocado no Parque do Carmo a equipe estava fazendo todo o esforço possível para tentar reaproveitá-la fazendo o replantio em outra praça nas proximidades do mesmo Parque do Carmo. Ao final, ainda depende de avaliação de especialistas, mas dá sinais de que não adiantará ser replantada.

Alguns moradores ouvidos pela reportagem consideram que o certo seria que, com a retirada da imensa árvore, fossem replantadas outras de menor porte no mesmo local que ajudaria a diminuir o impacto de toda a área que foi impermeabilizada pela construção. Até onde a reportagem pode verificar isso seria viável, uma vez que não existe naquela calçada, nada além de um imenso muro da quadra sem nenhuma indicação de entrada de garagem ou de pedestres.

Procurado por telefone pela reportagem por volta das 11 horas do dia 15, uma atendente do colégio, de nome Vera, informou que o colégio estava em período de férias e que tentaria agendar um contato com a reportagem de um de seus diretores por telefone no mesmo dia. Por enquanto, nada.

 

Written by Página Leste

15 de julho de 2014 at 14:34

Publicado em Educação, Meio Ambiente