Paginaleste's Blog

Espaço de observação comprometido com a cidadania.

Archive for the ‘Cultura’ Category

LacrE 87

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1a quinzena de abril de 2025 – divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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18 de abril de 2025 at 21:22

LacrE 86

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Edição da 2a quinzena de março de 2025 – Divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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29 de março de 2025 at 13:38

LacrE 85

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Edição da 2a quinzena de fev/2025 – Divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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27 de fevereiro de 2025 at 18:17

LacrE 84

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Edição da 1a quinz. fevereiro de 2025 – divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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15 de fevereiro de 2025 at 20:39

LacrE 83

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Edição “após miniférias” da 2a quinzena de janeiro de 2025.

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30 de janeiro de 2025 at 14:52

LacrE 82

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Edição da 1a quinzena de Janeiro de 2025. – Divulgação de literatura, artes e cultura em geral.

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16 de janeiro de 2025 at 12:48

As memórias de Maria

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As memórias e histórias de Lúcia Maria Pimentel, carioca e militante na luta contra a ditadura desde após o golpe de 1964 pode ser vista em avant premier pública na Cinemateca Brasileira, na noite do dia 20 de novembro com o auditório lotado com gente de todo canto, equipe de produção, amigos e vizinhos da personagem, alguns famosos e muitos, mas muitos clandestinos mesmo aos moldes do que foi grande parte de sua trajetória no combate a ditadura militar.
Esbanjando energia nos atuais 76 anos aos moldes do que foi sua juventude e vida adulta, Lúcia, então com o codinome Maria foi presa ainda jovem, em 1969, num certo 1º de maio onde estava previsto apenas uma ação de denúncia e panfletagem que, conforme explicado no documentário teve tiroteio e detenção como consequência.
Exilada na Argélia, foi beneficiada por uma conjuntura governamental progressista e convivência com o então político brasileiro Miguel Arraes, de expressão mundial. Posteriormente viveu e casou-se na Suíça onde desenvolveu e aperfeiçoou a importante e delicada tarefa da forjar documentos que permitissem a locomoção de refugiados brasileiros perseguidos pelo regime.
Nesse período desenvolveu cada vez mais suas principais habilidades dando primeiros passos na publicação de panfletos, jornais ou revistas no campo da esquerda, algumas de natureza de reflexão política e outras de ativismo militante.
Nesse período um dos periódicos circulava entre os exilados na Europa e outra parte entrava clandestinamente no Brasil pela rede de apoio que é muito bem explicada no documentário.
Decidida a voltar ao Brasil na semiclandestinidade empregou-se em importante gráfica na cidade de São Paulo e em sua própria casa dava guarida e espaço organizativo para os remanescentes da Dissidência Guanabara já, então como Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), organização de esquerda que, lembremos, junto Ação Libertadora Nacional (ALN) sequestrou em setembro de 1969, o embaixador dos Estados Unidos, Charles Burke Elbrick para exigir, em troca, a soltura de 15 militantes de esquerda nas mãos do regime, que forma enviados ao México.
Já de volta ao Brasil, em 1976, em episódio em que ficava exposto certos preconceitos e machismos contra as mulheres, no sindicato dos gráficos do estado de São Paulo, Roque Barbieri, presente no documentário e no lançamento na cinemateca, toma o microfone na assembleia para denunciar e criticar a hostilidade de que era vítima a então militante na porta da entidade, conseguindo superar o incidente que modifica todo o panorama posterior. Já no sindicato Maria comandou uma das maiores greves da categoria em 1978.
É depois disso que Maria arrebenta os grilhões do preconceito e tem presença cada vez mais qualificada e decisiva na direção política do sindicato, sendo eleita em 1980 como diretora da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo. Participou da comissão organizadora da 1ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora – Conclat; depois da fundação da CGT e posteriormente entre outras tantas atividades passou a integrar as delegações brasileiras nas Conferências da Organização Internacional do Trabalho (OIT), enquanto ainda se faz presente na diretoria executiva da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
Ousar Viver! Histórias de Maria
É um longa metragem em formato documentário, com muitas outras informações que evitamos dar spoiler, dirigido por Silvio Tendler, com produção do Instituto Angelim com extensa lista de apoiadores diretos e indiretos. O objetivo de apresentar e difundir para as novas gerações as memórias e histórias da Maria, militante pela democracia desde o período da ditadura miliar no Brasil até os dias atuais com presença marcante e decisiva no papel das mulheres na área sindical e movimento de mulheres. Recupera parte da história das lutas democráticas dessas mulheres, jogando um olhar sobre o presente nas persistentes lutas por igualdade de direitos.
O filme completo pode ser visto a partir de agora pelo canal de you tube do Instituto Angelim. (JMN)

Legendas: Na primeira foto Zé Neto editor da LacrE,, Maria e Roque Barbieri; na segunda Professor Valter Almeida, Zé Neto, Maria, Roque com filha Édria e esposa Dirce, na terceira Maria e Roque, personagens do documentário e a quarta Fátima Shinohara, Zé Neto, Maria, Roque Barbieri e sua filha Édría, a esposa Dirce e uma convidada

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24 de novembro de 2024 at 13:20

Leci é saudada por sambistas, animadores culturais e convidados

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Exibindo uma simplicidade natural e sincera a deputada estadual Leci Brandão chegou à redação da Gazeta São Mateus acompanhada de dois ou três assessores. Foi recepcionada pela diretora do jornal Lucy Mendonça que organizou e viabilizou o encontro.

De acordo com a organização prevista para o encontro a Leci Brandão falaria, mas como rege a boa educação ela cuidou para que fosse o seu colega da assembleia legislativa, Adriano Diogo, a pessoa a abrir a reunião que apesar de formal tinha um clima de conversa de sala de casa.

Coube ao Adriano, então, registrar que a sua convivência com Leci Brandão, enquanto figura humana e deputada se dá da forma mais generosa e harmoniosa possível. Adriano insistiu muito em reconhecer o valor daquela que chamava de companheira e à qual recorre para aconselhamento _ mútuos na verdade, em diversas situações para além do que ela acumulou de experiência na carreira como cantora e compositora, mas, também, como ativista quase desde sempre das causas populares e da redemocratização e no exercício de seu mandato, como deputada.

O mandato de ambos se entrecruza e se entrelaça em diversas questões, sempre na mesma direção ao lado dos interesses mais gerais, populares; aqueles que contribuem para a cidadania e emancipação das classes subalternas. São os fatos, comportamento e posturas e não os desejos e discursos que referendam a afirmação.

Estarem em partidos diferentes, conforme a própria Leci disse mais a frente é apenas questão de maior proximidade com partidos políticos que é o colega Adriano Diogo, ativista e militante desde os tempos da ditadura onde foi preso e torturado. Leci tem essa relação com menor intensidade.

De origem pobre com uma vida simples, mas digna, a atual deputada colocou muito de sua carreira como cantora e compositora a serviço de causas nobres tendo atuado mais emblematicamente após a Anistia e Diretas Já. Em centenas de oportunidade a cantora de sucesso podia ser vista e ouvida em palcos da oposição brasileira em direção à democratização.

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2 de outubro de 2014 at 16:51

Adriano  Diogo fala sobre Leci Brandão com orgulho

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Praticamente uma prata da casa o deputado estadual Adriano Diogo (PT) já havia sinalizado que estaria presente por pouco tempo. De lá foi a Campinas participar de outra reunião.

Após a chegada da Leci Brandão, e convidado a falar antes, optou por apresentar e fazer uma declaração pública a colega. “Durante nossa vida encontramos seres humanos mais diversos e alguns, como muitos nesta sala são pessoas incríveis. Convivi e desenvolvi certa sensibilidade em reconhecer grandes personagens entre estes está a Leci Brandão que nós deu a honra de sua presença. Confesso a vocês que fiquei e fico olhando a Leci e no dia a dia descobri ainda mais sobre essa figura generosa e rica. Já a conhecia de seu trabalho como artista, como comentarista do samba desde as primeiras participações no carnaval de São Paulo e, agora como deputada, continuo fascinado”.

 “(…) Já a conhecia de seu trabalho como artista, como comentarista do samba desde as primeiras participações no carnaval de São Paulo e agora como deputada, continuo fascinado”.

Adriano lembrou que nesses últimos 170 anos de funcionamento da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo ela é a segunda negra nesse tempo todo a ter uma cadeira no parlamento através do voto universal.

“Vale registrar ainda que a assembleia é um lugar barra pesada e muitas vezes nós, como parlamentares, temos que tratar de temas espinhosos e os caras vem pra cima. Mas, pasmem vocês que, quando estão próximas a Leci Brandão, os outros deputados falam fino, ficam calmos e dessa forma eu mesmo tenho chances de trabalhar com a retaguarda dela”, brincou com a verdade o deputado.

“Por essa qualidade de figura humana e parlamentar exemplar estou fazendo esse esforço de juntar todos esses artistas populares e promotores da cultura aqui presentes para que ela [Leci] nos adote”, continuou. “Estamos diante de um ser humano gigantesco que de origem simples sempre esteve ao lado das boas causas como artista e que quando está no palco se agiganta. Torço para que desse encontro resulte uma aproximação que dê certo” finalizou.

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2 de outubro de 2014 at 16:49

Comunidades do samba reúnem candidatos na Gazeta

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Faltando poucos dias para as eleições gerais de 2014 diversas lideranças ligadas à cultura e, principalmente ao samba em São Mateus tomaram a iniciativa de conversas com os deputados Adriano Diogo (PT) e Leci Brandão (PCdoB) com os quais guardam muitas afinidades. O encontro se deu na sede do jornal

O deputado estadual e candidato a federal Adriano Diogo (PT) circulava com desenvoltura e naturalidade entre as mais de 60 pessoas que se reuniram na sede da Gazeta São Mateus na tarde noite do dia 23 a espera da chegada da deputada Leci Brandão (PCdoB), também candidata a reeleição; só que para a Assembleia Legislativa. Ambos formam uma dobrada pragmática, objetiva e também pautada em propostas de interesse na ampliação da cidadania que foi construída pelos dois mandatos.

Não é de agora, e apenas durante as campanhas eleitorais, que o deputado se relaciona com essas e outras comunidades do samba e, de uma forma geral, da produção artística local. As comunidades Vera Cruz, Berço do Samba de São Mateus; entusiastas e promotores da cultura como Tim Maia, gente de times de futebol e o pessoal do Quinteto em Branco e Preto estiveram em diversas atividades públicas ou mais reservadas em companhia desse também militante que tem história e muito trabalho desenvolvido nos diversos distritos de São Mateus e na zona leste de São Paulo.

“Adriano Diogo circular com naturalidade era previsível uma vez que não é de agora, e apenas durante as campanhas eleitorais, que o deputado se relaciona com essas e outras comunidades do samba e, de uma forma geral, da produção artística local”. 

Um encontro destes, nestes tempos bicudos em que os candidatos sérios circulam em busca de votos e praticamente tem que se desculpar por isso, tal o descrédito da população e eleitores é arriscado, entretanto a recepção coletiva, generosa, ganhou ares de quase uma reunião familiar. A maioria dos presentes e o candidato se conhecem se respeitam e se gostam. Isso ficou claro também para outros convidados presentes, entre lideranças locais de vários segmentos e membros do governo local, da área de segurança e outros.

Estava presente também a vereadora Juliana Cardoso (PT), ela mesma com a segunda maior votação na legenda em 2012 e que por sua vez tem apoio expressivo na região. Como Adriano a quem apoia, conhecia a maior parte das pessoas vinculadas àquelas comunidades do samba.

Adriano Diogo estava espremido entre agendas díspares o que dá um pouco a ideia da amplitude de sua própria candidatura. Primeiro estaria ali com lideranças, artistas e produtores culturais e, em seguida, se dirigiria ao sindicato de médicos da cidade de Campinas onde foi convidado a expor seu trabalho e propostas da campanha que faz para ser eleito ao Congresso Nacional. Deu conta das duas agendas.

O fato é que, apesar de estar em campanha para ser eleito deputado federal em Brasília, por São Paulo, Adriano Diogo não chegou a pedir nenhum voto em voz alta ou ao pé de ouvido enquanto conversava com um e outro. Meio que prata da casa visto a frequência com que vai a São Mateus, manteve a coerência demonstrada por ocasião de sua participação no Pinga Fogo realizado por esta Gazeta. Em uma de suas primeiras respostas naquele encontro, lembrava que o parlamentar, que na busca a reeleição o pretendente deveria ser mais reconhecido pelas comunidades e pelos eleitores pelo que é; pela sua história; compromissos e como se comporta, do que por sua capacidade e disposição para pedir votos. Não o fez, talvez porque esse reconhecimento a que ele se refere seja, no caso daquele encontro, uma realidade.

VEJA FOTOS EM https://drive.google.com/folderview?id=0B2bhCIh1J_OUa1Q0OV9HZ3pfMUE&usp=sharing

Written by Página Leste

2 de outubro de 2014 at 16:47