Archive for março 2010
Qual é o seu padrão de normalidade?
Nós estamos de certa forma, cientes a respeito de nossa origem
inicial como almas primitivas; embora comecem a surgir dúvidas a
respeito da nossa origem igualitária como criaturas cósmicas.
Aqui em Gaia tentam nos padronizar á milênios para que nos
transformemos num rebanho de “normais” – mas, para que atinjamos nossa
condição de deuses co-criadores é preciso reestudar nossas origens á
luz de novos conhecimentos livres dos dogmas da ciência e da religião.
O que é padronizar?
Na realidade quando queremos controlar algo ou alguém seja através do
conhecimento (ciência); política; religião; vida social; vivência
familiar; nós criamos padrões que atendam nossas expectativas, desejos
e interesses; escusos ou não; visíveis ou não; muitas vezes camuflados
como busca de eficiência.
A tentativa de domínio através da padronização é uma rede que atinge
todas as áreas da convivência humana; isso está tão infiltrado no nosso
DNA; que até na vida em família impomos uns aos outros padrões nada
inteligentes e até cruéis – como veremos no caso da instituição das
dietas.
Exemplo:
Segundo a ciência, é necessário organizar e padronizar segundo
protocolos a serem seguidos para que as comprovações sejam aceitas e
aplicadas. Sistematizações e padronização são formas científicas de
interpretar fatos; nem sempre honestas e verdadeiras.
Mas, segundo as leis da vida, somos únicos na diversidade; e tentar
à força enquadrar todos no mesmo molde pode levar à desajustes,
perseguições, revoluções, morte.
O que é ser normal?
Os detentores do poder de padronizar criam o conceito de normalidade como forma de domínio.
Segundo a ciência a serviço dos padronizadores: a média estatística
é o parâmetro adequado para definir o que está dentro ou fora dos
padrões pré – estabelecidos.
Embora a ciência da vida os contradiga: nós somos uma unidade na
diversidade; partimos do mesmo ponto, mas usando o livre – arbítrio
cada um de nós diferenciou-se dos demais. Na prática observa-se que ao
tentamos enquadrar na média estatística criaturas diferenciadas na
estrutura psíquica e emocional, é possível que algumas desenvolvam
ansiedade capaz de levá-las sentirem-se doentes; caso não se enquadre.
Exemplo prático: a normalidade da pressão arterial nos leva a almejar
uma de 120/80 – parte dos hipertensos sofre de hipertensão com origem
na instabilidade emocional, às vezes tão acentuada; que em minutos as
medidas são bem diferentes; depende do local; de quem está medindo; e
das sensações do momento; em ambiente hospitalar a situação costuma
agravar-se.
Sistematizações também podem angustiar. Exemplo: Muitos pais quando
os filhos mesmo saudáveis não estão dentro da média estatística de peso
e altura; são induzidos a pensar que podem fazê-los crescer. O caminho
preconizado é remédio e comida dentro da filosofia do quanto mais se
come melhor; e como conseqüência de uma super e precoce alimentação;
pode sobrevir mais tarde a angústia do quase insolúvel problema da
obesidade infantil que hoje se perpetua. Muitos obesos de hoje; além
das próprias escolhas na forma de viver, agir e reagir; podem
creditá-la a pessoas despreparadas para lidar com a diversidade: pais,
sociedade e médicos.
A padronização também prejudica a cura definitiva?
A cada dia isso fica mais evidente; pois a formação médica assentada em
conceitos de normalidade; sistematização; tecnologia; marketing;
lucratividade; representa perigo:
Nos EUA, um cara chamado “Rockfeller” idealizou o atual sistema de
medicina; usando os princípios que “Ford” usou na indústria
automobilística e que foram brilhantemente, segundo conceitos
financeiros, aplicados ao sistema doença/cura que domina hoje o mundo.
A indústria da doença é uma das potências do planeta em arrecadação;
segundo esse sistema, quando se vai ao médico é necessário sair de lá
com uma receita, caso contrário busca-se outro profissional – “Como,
levou o filho ao médico e ele não passou nenhum remédio?
Outro exemplo de como funciona a cultura da normalidade na própria medicina:
As pressões culturais também são muito fortes e os pais de filhos
considerados abaixo da média de peso e altura angustiam-se, mudam
constantemente de pediatra e cedem também à pressão das gerações
anteriores. – “Como essa criança é magrinha! Olha só o tamanho dela!
Vocês não a estão alimentando direito!” – Claro que os pais normais
sintam-se infelizes e temerosos, e a angústia faz com que a genética da
família seja esquecida.
A padronização na política leva ás ditaduras; guerras civis – depois
que um grupo se encastela no poder tenta padronizar á força os normais
para atender ás suas necessidades – nas padronizações políticas mais
arcaicas o domínio é feito na cara dura e na truculência; nas modernas
ditaduras tentam se criar “milícias disfarçadas de legalidade com
tecnologia” com poder para manter privilégios e ficarem acima das leis
naturais. Os cientistas políticos usam a ditadura da maioria dos
normais para mantê-los sob seu jugo; alguns chamam isso de democracia…
Nosso assunto de hoje refere-se á ditadura das dietas familiares
subjugando as coitadas das almas que caíram sob seu jugo – elas vão ter
que se normalizar mesmo que sob pena de doença e morte.
A DIETA ADEQUADA – CADA UM NA SUA
Cada bicho come concordante com a espécie, conforme a cadeia
alimentar que predomina em seu hábitat; segundo seus instintos. Animal
selvagem em condições naturais não adoece; já o domesticado que sofre a
ingerência do homem; sim – e, o que ocorre com eles espelha o
desrespeito com as mais simples e primárias leis biológicas – pois, o
que nós fazemos com eles; nós fazemos pior conosco.
A capacidade de adaptação do nosso corpo impressionava, conseguíamos
habitar o planeta nas condições ambientais mais desfavoráveis. Hoje
tudo está mudado; nada mais será como antes; atualmente ela
estrutura-se no uso do raciocínio; e a recusa em pensar é que pode
esgotar essa capacidade e levar á doença e morte cada vez mais precoce
(veja artigos anteriores sobre o tema).
Quebrar antigos paradigmas; destruir paradoxos é urgente – Mudar é preciso.
As influências culturais na alimentação tornam-se um fator negativo
quando há lentidão nas mudanças inteligentes. Exemplo, nossa dieta é
baseada em carboidratos: o popular arroz com feijão, mais pão, batata,
mandioca, massas; por isso, somos campeões em estatística de diabetes;
na nossa cultura o imigrante desempenhou importante papel; mas
trabalhador braçal do hemisfério norte necessita de dieta rica em
calorias e aportando nos trópicos deveria tê-la modificado, ajustando-a
à da população nativa com as devidas ressalvas; porém isso não
aconteceu, ao contrário, antes disciplinados pelo rigoroso inverno
conduziam-se por condições de contenção; aqui ficaram deslumbrados com
a fartura e abusaram, aumentando a propensão para obesidade e moléstias
decorrentes de dieta inadequada para suas atuais condições.
As migrações internas e novas condições culturais também tiveram seu
papel; a dieta baseada em carboidratos formou-se na sociedade rural
escravocrata do início da colonização; depois devido à migração nas
últimas décadas para as cidades, muitas pessoas passaram a ter
ampliadas as possibilidades de adoecer, quando trocaram atividade
braçal por outra relativamente sedentária mantendo a dieta anterior.
Uma das maiores dificuldades das almas em adquirir a maioridade é livrar-se das padronizações para deixar de ser normal.
A mudança de hábitos de geração a geração é lenta; mas diz o bom
senso que a dieta deve acompanhar o ritmo das mudanças e deve ser
individual e adaptada ao habitat, clima, e balanceada de acordo com a
atividade física cotidiana de cada um.
O envelhecer pede menos comida e, por não se respeitar essa lógica,
na terceira idade o problema da obesidade torna-se crítico, pois a
atividade física diminui e a quantidade de alimento permanece a mesma
ou até aumenta; em parte devido à ansiedade gerada pelas crises da
maturidade dando origem à preocupação em emagrecer; mas o regime é
forçado pelas circunstâncias, daí pobre em resultados.
A padronização da dieta é responsável pela maioria das doenças infantis?
Nada é totalmente bom nem totalmente mau para pessoas diferentes.
Desde o nascimento somos obrigados a comer o que aquela família está
habituada e na quantidade que estão “acostumados – adaptados” sob pena
de sofrermos castigos; suborno; chantagem – nossos guias familiares na
iniciação da existência tentam nos enquadrar nos seus padrões; mesmo
que ás custas de serem rotulados de doentes e tentarem comprar a saúde
feito cobaias.
Os paradigmas alimentares proporcionam a “agressão” ao organismo; e
determinam comportamentos futuros ao “contaminarem” o centro da fome
com vitaminas e estimulantes de apetite; é comum a repetição do erro de
forma mais danosa com o idoso pois, decorrente da cultura a família
angustia-se com a quantidade de alimento ingerida pelo velho; forçam-no
a comer e até lesam-lhe as funções renais suplementando-lhe a dieta com
proteínas em excesso ao abusar das “rações vitaminadas”, tão a gosto da
ciência do consumo. Nessa mesma linha de raciocínio – outro exemplo de
descuido em refletir; é a do atleta superalimentado, que ao parar as
atividades intensas torna-se obeso e raramente tem longevidade; pois ao
“forçar” os órgãos do metabolismo diminui sua vida produzindo lesões
orgânicas pela intoxicação decorrente do excesso.
Resumindo:
Boa parte das doenças infantis é causada pela dieta padronizada – e não
contentes com esse desatino; os familiares normais ainda intoxicam o
organismo das crianças com remédios do tipo: antibióticos,
antitérmicos; antiinflamatórios, corticóides e outros; repetidamente; e
se negam a aprender.
Sair dessa enrascada é fácil: basta pensar para fugir dos padrões.
Claro que há um custo; pois a maioria, hoje, se assemelha a uma boiada
(quem for normal e quiser se ofender com a comparação que o faça) sendo
conduzida em direção a um precipício – quem acordar a tempo; vai ter o
trabalho (coisa que os normais detestam) de sair prás beiradas e andar
na contramão da normalidade. Qual o custo? – Hoje é leve e de jugo
suave; ser considerado um ser esquisito; anormal; ET – antigamente o
custo de deixar de ser normal era alto: prisão; morte; desterro, etc.
Para atender ás crianças de hoje: DEIXAR DE SER NORMAL é um ato de amor.
A própria OMS – ONU avisa que as crianças e jovens de hoje não
viverão tanto quanto seus pais e antepassados; embora o digam de forma
ainda padronizada.
Traduzindo a mensagem de muitos Avatares: OS NORMAIS NÃO HERDARÃO A TERRA.
Américo Canhoto:
Clínico Geral, médico de famílias há 30 anos. Pesquisador de saúde
holística. Uso a Homeopatia e os florais de Bach. Escritor de assuntos
temáticos: saúde – educação – espiritualidade. Palestrante e condutor
de workshops. Coordenador do grupo ecumênico “Mãos estendidas” de SBC.
Projeto voltado para o atendimento de pessoas vítimas do estresse
crônico portadoras de ansiedade e medo que conduz a: depressão,
angústia crônica e pânico.
Violenta ofensiva contra o IPCC
A ciência da mudança climática é alvo da artilharia pesada de uma
guerra final para impedir ou retardar a ação dos Estados Unidos contra
o aquecimento global, alertam vários especialistas. O senador
norte-americano James Inhofe, do opositor Partido Republicano e um dos
céticos da mudança climática, divulgou, no final de fevereiro, uma
lista de importantes cientistas que quer processar como delinquentes,
acusando-os de confundirem o governo. Esses pesquisadores estão sendo
intimidados e recebendo ameaças de morte. “Tenho centenas” de e-mails
ameaçadores, disse ao Terramérica Stephen Schneider, especialista em
clima da Universidade de Stanford.
Schneider acredita que haverá
assassinatos de cientistas por esta causa. “Tento fazer com que isto
não me afete, mas vai acontecer”, afirmou este que é um dos cientistas
do clima mais respeitados do mundo. “Nesse país, os médicos que
praticam abortos são baleados”, acrescentou. Mas esta reação contra as
evidências da mudança climática e os cientistas não é registrada apenas
nos Estados Unidos. Também ocorre no Canadá, Austrália, Grã-Bretanha e,
em menor grau, em outros países. Na superfície, a campanha está baseada
em alguns erros que apareceram no Quarto Informe de Avaliação de 2.800
páginas apresentado em 2007 pelo Grupo Intergovernamental de
Especialistas sobre a Mudança Climática (IPCC) e a várias mensagens
pessoais via correio eletrônico datadas de dez anos atrás e roubadas da
University of East Anglia (na Inglaterra).
No fundo, esta é a
última tentativa das empresas de petróleo, gás e carvão de retardar o
combate à mudança climática. Tal como fez a indústria do tabaco, que
teve êxito em atrasar por várias décadas o conhecimento sobre os
efeitos daninhos do tabagismo e as medidas para enfrentá-lo, comparou
Schneider. “Enfrentamos a multimilionária indústria dos combustíveis
fosseis e os que odeiam o governo (de Barack Obama). Eles dão voltas,
distorcem e colocam em dúvida a credibilidade da ciência”, acrescentou.
A
mídia é cúmplice, acrescentou, pois não contextualiza essas absurdas
afirmações e continua entrevistando gente como Inhofe e outros que
carecem de evidências e credibilidade nestes assuntos, afirmou. “Causa
indignação que as empresas de comunicação coloquem o lucro acima da
verdade. Os meios de comunicação se degradaram profundamente, e essa é
uma ameaça real para a democracia”, afirmou Schneider.
Não há
um argumento científico sólido que questione o fato de que o dióxido de
carbono e outros gases-estufa esquentam a atmosfera, e que as emissões
desses gases geradas por atividades humanas são os fatores principais
do aumento das temperaturas nas últimas décadas. Também é pouco
racional o debate sobre a realidade facilmente observávelde que o gelo
do Ártico está desaparecendo, as geleiras estão diminuindo, os eventos
climáticos extremos aumentam e a primavera chega antes.
No
final de 2009, foram divulgados documentos obtidos por hackers dos
arquivos da Unidade de Pesquisa Climática de East Anglia que,
supostamente, revelam uma manipulação de dados para apresentar o
aquecimento global como um fenômeno causado pela humanidade. O episódio
causou alvoroço e os pesquisadores que estavam no centro da
controvérsia disseram que seus e-mails foram alvo de um ataque de
hackers, e que o conteúdo foi tirado de seu contexto.
O IPCC,
que em 2007 ganhou o Nobel da Paz junto com o ex-vice-presidente
norte-americano Al Gore, cometeu erros. E os críticos se aproveitaram
de um deles, enterrado no fundo de um quarto informe, que dizia que as
geleiras do Himalaia derreteriam até 2035, ou antes. Este dado não
estava baseado em evidências e foi “um erro maiúsculo”, disse
Schneider. O frenesi que se seguiu, em busca de outras falhas nesse
informe, revelou três equívocos triviais que de modo algum afetam as
conclusões finais.
Entretanto, o presidente do IPCC, Rajendra
Pachauri, anunciou, no dia 27 de fevereiro, que os países-partes da
Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática concordaram
em realizar uma avaliação independente do estudo. “Enquanto isso,
defendemos firmemente o rigor e a solidez das conclusões do Quarto
Informe de Avaliação”, disse Pachauri em um comunicado. As conclusões
centrais desse informe “se baseiam em uma esmagadora quantidade de
evidências procedentes de milhares de estudos científicos independentes
e arbitrados”, acrescentou.
Para o especialista em clima Andrew
Weaver, da Universidade da Columbia Britânica (Canadá) e um dos autores
principais do informe do IPCC, “a avaliação é uma resposta cuidadosa e
medida, à luz de todo lixo que anda por aí”. Provavelmente, a avaliação
independente do que foi realizado pelo IPCC fique nas mãos dos
principais cientistas do mundo, designados pelas academias nacionais de
ciência de várias nações. Levará meses para reunir semelhante painel
para fazer essa revisão, disse Weaver ao Terramérica. “Não sei o que
mais pode ser feito para melhorar o processo, que é incrivelmente
rigoroso”, ressaltou.
Poucas pessoas, inclusive as que criticam
o IPCC, sabem como este corpo funciona. Com sede em Genebra, foi criado
em 1988 para “avaliar informação científica, técnica e socioeconômica
relevante para a compreensão da mudança climática”. Sua estrutura é
descentralizada, com pouco pessoal, e praticamente todo seu trabalho é
feito por milhares de cientistas independentes e outros especialistas
de todo o planeta que dedicam voluntariamente seu tempo e seus
serviços. A cada quatro ou cinco anos, são coletados, analisados e
sintetizados milhares de estudos e pesquisas submetidos a arbitragem,
para que as autoridades governamentais possam compreender o atual
estado da ciência climática.
Os governos, que são parte da
Convenção, devem dar seu voto de aceitação para cada Informe de
Avaliação, e as conclusões só são admitidas e divulgadas se todos os
países estão de acordo. Todo esse processo faz do IPCC um organismo de
movimentos lentos, cauteloso e conservador. Até há pouco, quase tudo o
que se criticava no IPCC era que subestimara os riscos da mudança
climática e sua incapacidade para estar em dia com os últimos avanços
científicos. Mas alguns grupos de pressão de poderosas corporações
norte-americanos não cessaram seus ataques ao IPCC nos últimos dez anos.
O
gigante petroleiro Exxon financiou esses lobbies e inclusive pressionou
o governo de George W. Bush (2001-2009) para livrar-se do ex-presidente
do IPCC, o químico Robert Watson, chefe científico do Banco Mundial. O
governo de Bush cedeu e substituiu Watson pelo economista Rajendra
Pachauri, o mesmo que agora tem sua renúncia pedida pelos lobistas.
“Estamos em uma época estranha, conduzida pela cobiça e pelo temor. O
público está mais confuso agora. E os bons cientistas se perguntam: por
que eu iria querer ser parte do IPCC?”, acrescentou.
Stephen Leahy é correspondente da IPS.
LINKS
Mudança climática: Especialista ataca céticos
http://envolverde.com.br/materia.php?cod=69032&edt=33
Desigualdades fatais no império da ciência
http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=3356
Sondagem climática divide cientistas
http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=74
Medimos mal o clima?
http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=1887
"Estados Unidos decidiram matar o mensageiro"
http://www.tierramerica.net/2002/0623/dialogos.shtml
Stephen Schneider – Universidade de Stanford, em inglês
http://stephenschneider.stanford.edu/
IPCC, em inglês
http://www.ipcc.ch/home_languages_main_spanish.htm
Artigo
produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das
Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento
(Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela
Agência Envolverde.
(Envolverde/Terramérica)